Vista

Vista
Vista do Senhor da Capelinha

23 de janeiro de 2015

As Janeiras



O Grupo de Cantares de Vilar de Maçada desceu no segundo fim-de-semana deste mês à capital. Tive o gosto de o acompanhar e de nele me incorporar, apesar de, "duro de ouvido" que sou, não ser capaz de juntar duas notas de música (fingi que cantava e... gostei de me ver com a capa). O grupo veio cantar as Janeiras aos Maçadenses que residem na área da grande Lisboa. Em boa hora o fez. Foi gratificante ver o calor e a emoção com que os Maçadenses receberam esta embaixada. Correram lágrimas em algumas faces. Emoção em muitas. Alegria em todas. Foi bonito.
Fomos também a Évora cantar a um filho de Vilar de Maçada. Todos sabem de quem estou a falar. José Sócrates. Era um dever lá ir. Teríamos ido cantar se ele estivesse em sua casa em Lisboa ou em Vilar de Maçada, e esperaríamos dele uma “ajuda generosa”, como é pedido numa das nossas Janeiras. Vicissitudes da sua vida política retiraram-no do conforto de sua casa e dos seus, e levaram-no para Évora onde se encontra privado de liberdade. É, exactamente, nesses momentos de extrema dificuldade que a amizade mais se deve manifestar e fazer-se ouvir e sentir. Foi o que fizemos. Cumprimos o nosso dever.


Cantámos também em casa do Dr. Eduardo Barroso e da Manuela, que já são filhos adoptivos de Vilar de Maçada. Foi visível a sua surpresa e a sua enorme emoção e alegria pela nossa presença. Para nós, já é imprescindível, e motivo de alegria, a sua presença na nossa Festa.
Fomos recebidos calorosamente por todos. Sem excepção. A colheita feita foi assinalável. É uma jornada a repetir.

25 de setembro de 2014

Santa Maria de Villar de Massada


"Vou à Maçada", "Vim da Maçada". É desta forma abreviada que nós, os de Vilar-de-Maçada que lá não vivemos, nos expressamos quando anunciamos que lá vamos ou que de lá vimos. Além da notória diferença no tempo verbal das duas expressões há uma outra diferença igualmente relevante que se percebe na entoação naquelas duas palavras: a alegria (quase anseio) de quem de tempos a tempos vai ao encontro das suas origens, dos seus amigos e a nostalgia, por vezes o vazio, de quem acabou de deixar para trás as ruas e quelhos da sua meninice, a vinhateira paisagem, o bom vinho granjeado com alma por mãos que nós conhecemos bem e nos são familiares.

Eu vim da Maçada há alguns dias e sinto já essa nostalgia. 

Mas não era aqui que eu queria chegar. O meu ponto, hoje, é outro. Prende-se com o significado da palavra maçada: pancada ou golpe com uma maça, como substantivo e em sentido figurado, aborrecimento, estopada, chatice. A utilização do vocábulo como substantivo caiu em desuso. Há muito que não estamos na idade média e as contendas, hoje, já se não resolvem com uma «maçada»: pancada com uma maça ou maço, assim define o dicionário da nossa língua-mãe. Mas foi com este instrumento de guerra, uma maçada, que, segundo a lenda (que a história não comprova), nasceu o nome de Vilar de Maçada. Um fidalgo oriundo da nossa terra, Martim Gonçalves, terá dado uma decisiva ajuda ao nosso Rei de Boa Memória, D. João I, durante a batalha de Aljubarrota golpeando mortalmente com uma maçada um soldado inimigo que ameaçava matar o nosso ilustre Rei. Em preito desse corajoso gesto, a Martim Gonçalves foi-lhe dada a honraria de ser sepultado ao lado de D. João I no mosteiro da Batalha. É esta a lenda, encantadora, que, segundo a tradição oral, terá dado origem ao nome de Vilar de Maçada.

 
Mosteiro da Batalha - Túmulo de Martim Gonçalves de Maçada

A história, porém, não a comprova. Como se sabe, já antes, muito antes de 1385, data da memorável Batalha contra os Castelhanos, havia referências escritas à existência de Vilar de Maçada. O Foral de Afonso III de 1253 dá-nos conta da existência da «Parroquia», entre outras, «de Santa Maria de Villar de Massada» como fazendo parte do então «Julgado de Panoyas, com as quais o Hospital (Ordem dos Hospitalários) tem as suas possessões». Não há quaisquer dúvidas que esta «Parroquia de Santa Maria de Villar de Massada» do «Julgado de Panoyas» é a nossa Vilar de Maçada. Tendo a Batalha de Aljubarrota ocorrido em 1385 e, como acabámos de ver, existindo já Vilar de Maçada com o nome de Santa Maria de Villar de Massada, a encantadora lenda que teria originado o nome de Vilar de Maçada não passa disso mesmo, de uma lenda. Mas as lendas, ao contrário do que muita gente pensa, em particular aquela mais apegada ao real, não são uma pura ficção, não florescem do nada, têm, sempre, algo a ver com uma determinada realidade, inspiram-se nela, exagerando-a frequentemente, distorcendo-a não menos vezes. Alguma coisa terá aquele valoroso feito, ou o próprio Martim Gonçalves, ou ambos, a ver com Vilar de Maçada. Os de Macedo Cavaleiros reivindicam que o Martim Gonçalves sepultado na Batalha é Martim Gonçalves de Macedo e não de Maçada. Ora, de acordo com placa que assinala o túmulo estará ou estaria inscrito na própria lápide do túmulo que Martim Gonçalves de Maçada salvou o Rei D. João I de morrer na Batalha de Aljubarrota. Infelizmente o túmulo está hoje, como se pode ver na imagem acima, muito erodido pelo tempo e pelos estragos e não nos pode socorrer neste tira-teimas. Mas, não é seguramente alheio a esta lenda a existência de palacete que todos conhecemos – verdadeiro “ex-libris” – da nossa aldeia, com um brasão onde está esculpido um fidalgo com uma maça e, menos ainda, que o Brasão de Armas da Vila de Vilar de Maçada ostente uma massa ou maço de guerra.

No entanto, a verdade inegavelmente histórica, é que Vilar de Maçada já existia antes desse tal feito de Martins Gonçalves de Maçada com o histórico e inegavelmente bonito nome de Santa Maria de Villar de Massada.

Mas qual, então, a origem do nome Massada? É ainda mais interessante a história que está por detrás deste nome.

A fundação da nossa nacionalidade, como sabemos, está intimamente ligada às Cruzadas e à participação de Cruzados na reconquista de diversas cidades aos Mouros (Lisboa, foi bem o exemplo dessa decisiva ajuda dos Cruzados). Em recompensa dessa decisiva ajuda os Reis outorgavam aos Cruzados e às Ordens monástico-militares que os enquadravam, para além dos despojos das guerras, consideráveis partes do território sobre as quais as Ordens passavam a exercer o seu domínio. Entre outros, o território que hoje ocupa a freguesia de Vilar de Maçada foi concedido, muito provavelmente por D. Teresa ou durante o reinado de D. Afonso Henriques (período de grandes concessões às Ordens religiosas nascentes), à ordem dos Hospitalários, conforme testemunha o “Livro dos Forais, Escrituras, Doações, Privilégios e Inquirições”. Fundada em 1099 com fim de dar guarida aos peregrinos que se dirigiam à Terra Santa com o nome de Ordem do Hospital de São João de Jerusalém, passou a denominar-se Ordem de Malta em 1530 por ter sido acolhida na Ilha de Malta após a ocupação muçulmana de Jerusalém.
A existência de dois marcos na nossa freguesia (um em Cabêda e outro na Sanradela) com as inscrições ainda visíveis da Cruz de Malta parece querer assinalar as fronteiras deste domínio e a comprovar esta tese. Ligando a existência destes marcos com a inscrição da Cruz de Malta ao teor irrefutável do Foral de 1253, parece, hoje, inquestionável que Vilar de Maçada, ao tempo, foi um domínio da Ordem dos Hospitalários. E também não é seguramente alheio a esta circunstância o facto de o Brasão de Armas de Vilar de Maçada, juntamente com o maço…, ostentar a Cruz de Malta.
Os cavaleiros da Ordem dos Hospitalários, muitos dos quais conheciam bem a Terra Santa porque lá haviam combatido, a este nosso povoado, com origem mais remota na época dos Romanos (que o lajedo da rua da Encruzilhada era um eloquente testemunho), tê-lo-ão denominado de Santa Maria de Villar de Massada atribuindo-lhe o nome de uma cidadela histórica, já na naquela época milenar, da Terra Santa: Massada (aliás, o mesmo se passou com um outro povoado em Mirandela, Romeu, a que atribuíram o nome de Jerusalém de Romeu).
"Neste topo da colina, Jônatas, o grande sacerdote, construiu uma fortaleza que denominou Massada: depois disso a reconstrução do local foi realizada em grande parte pelo rei Herodes." (A Guerra dos Judeus, Livro VII, capítulo VIII)


A fortaleza de Massada na Terra Santa reconstruída pelo Rei Herodes
 
Massada era uma fortaleza, edificada num planalto, rochoso e escarpado com vista deslumbrante sobre o Mar Morto construída pelo grande sacerdote Jônatas e anos mais tarde, entre os idos de 39 e 30 aC, renovada pelo Rei Herodes que mandou edificar vários palácios (oito), com claustros, casas de banho luxuosas, várias cisternas, despensas para guardarem cereais e outros alimentos e que teria por fim último, adianta o grande historiador dessa época Flavius Josephus, de lhe servir de refúgio caso a Judeia viesse um dia a ser invadida por Cleópatra, rainha dos Egípcios, ou no caso de vir a ser deposto pelo próprio povo. O acesso ao planalto era naturalmente sinuoso. A estrada que lhe dava acesso chamava-se e ainda hoje se chama “a cobra”.

 
A "Cobra": estrada sinuosa que, além do teleférico, ainda hoje serve de acesso à fortaleza

Nessa longínqua época, a Judeia era uma província do império Romano. Havia sido definitivamente anexada e ocupada por Pompeu, imperador romano, no ano 63 aC. Apesar da opressão, dos impostos elevados e da crueldade imposta pelos romanos só um século mais tarde, entre os anos 66 e 73 dC, eclodiu a primeira grande rebelião contra os romanos cujo rastilho, como sempre acontece, foi um excesso de tributos impostos pela administração romana. Essa insurreição foi liderada pelos judeus zelotas – os primeiros a incitar o seu povo à revolta e os últimos resistir à contraofensiva romana. A rebelião não foi bem sucedida e os judeus revoltosos foram severamente punidos e perseguidos e o Segundo Templo (o primeiro era o Templo de Salomão) foi destruído pelos romanos tendo apenas restado o que é hoje o Muro das Lamentações (ano 69 dC). É então que um grupo de zelotas, 960 ao todo, chefiados por Elazar Ben Ya’ir, ocupa e refugia-se durante alguns anos, exactamente, na fortaleza de Massada continuando a partir daí a resistir ao domínio romano. D’ali, de Massada, aquele grupo rechaçou todas as tentativas levadas a cabo pelos romanos para conquistarem aquela fortificada cidadela. Até que um novo governador romano Flavius Silva, no ano 72 dC, decidiu que poria termo, de uma vez por todas, a esta resistência. Reuniu a Décima Legião (cerca de 15.000 homens), e, ajudados ainda pelos judeus que Roma fizera prisioneiros, sitiou a fortaleza com vista à sua tomada. Durante meses construíram uma rampa de pedra (que ainda hoje se conserva e é usada para acesso à fortaleza pelo lado oeste) que cobriu o vale inteiro para poderem aceder à fortaleza. Com arietes lograram derrubar uma parede da fortificação mas logo os sitiados levantaram uma outra. Os Romanos incendiaram esta última e prepararam-se para tomar de assalto a fortaleza. A derrota dos zelotas tornou-se inevitável. Nessa noite Elazar reuniu o grupo e exortou-os a cometerem um suicídio colectivo de forma a não caírem nas mãos dos Romanos e, em consequência, serem escravizados de novo. Cada homem mataria a mulher e os filhos e depois suicidava-se. Assim o fizeram, nesse dia 2 de Maio do ano 73 dC. Sobreviveram duas mulheres cinco crianças que se esconderam atrás de uma das cisternas e contaram a história que ficou para a posteridade através da pena de um historiador contemporâneo dessa época, Yosef Ben Mattityahu, judeu romanizado que, após se tornar um cidadão romano, recebeu o nome de Tito Flávius Josephus. Este historiador escreveu a Guerra dos Judeus onde nos conta o longo historial da guerra entre os judeus e romanos.

Daqui pode ver-se (1º plano) a rampa construída pelos romanos para o assalto a Massada



Esta é a extraordinária história de Massada da Terra Santa e a história muito provável da origem do nome de Santa Maria de Villar de Massada – hoje Vilar de Maçada. Não é uma lenda tão encantadora como a do maço de Martim Gonçalves de Macedo mas é uma história real.

Massada, mercê de toda esta história de resistência à ocupação romana com quase dois milénios e da sua particular e inverosímil localização e arquitectura, é hoje Património Mundial da Humanidade. Depois de Jerusalém e dos Lugares Santos é o lugar mais visitado pelos turistas.


Porque motivo terão escolhido os Cavaleiros Hospitalários o nome de Massada e não um nome de uma outra cidadela da Terra Santa? Não sabemos, claro. Olhando para a configuração do penhasco escarpado onde se situa Massada e a configuração de Vilar de Maçada não parece haver pontos comuns. Uma é visivelmente íngreme e desértica e a nossa Maçada é, hoje, verdejante e está longe de ser uma escarpa. Mas… não nos esqueçamos deste relevante indício: a ermida do Senhor da Capelinha é indubitavelmente – e naquela época mais ainda o era – escarpada e rochosa. Terá sido esta a razão? Talvez. Atentemos ainda, e a grosso modo, no seguinte: Massada fica situada a 400 m de altitude, Vilar de Maçada a 488 m altitude; O acesso a Massada da Terra Santa, além da rampa construída pelos romanos, era e é uma estrada sinuosa, a tal “cobra”. Os acessos a Vilar de Maçada ainda hoje são igualmente serpenteados. Vilar de Maçada à época não seria desértica como Massada mas era seguramente xistosa e menos verdejante do que é hoje. Do cimo de Vilar de Maçada o que se avista não é, claro, o Mar Morto como em Massada mas é um mar de serras a perder-se no horizonte que o nevoeiro de certos dias acentua.

Por tudo isto, pouco me admira, e estou disso convencido, que, aos olhos dos Hospitalários quando ali chegados, aquele povoado lhes tenha feito lembrar a Massada da Terra Santa que haviam deixado e em razão disso tenham dado o nome de Santa Maria de Vilar de Massada.

Não era bonito Vilar de Maçada voltar à sua grafia original? Por mim…




4 de agosto de 2014

Aquela casa branca batida pelo Sol


A minha aldeia não é a mais bonita de todas as aldeias.
Mas de todas as aldeias que conheço (mais aquelas que o meu ignaro olhar desconhece),
A minha aldeia é a mais bonita.
Não fosse ela minha e daqueles que me antepassaram
Eu sou o resultado de todos eles.
E de todos eles a minha aldeia é um pouco o resultado.


Aquela casa branca batida pelo Sol, com um varandim em ferro forjado, ao cimo do largo do Adro, não é apenas uma casa branca batida pelo Sol com um varandim em ferro forjado ao cimo do largo do Adro.
Aquela casa branca batida pelo Sol, com um varandim em ferro forjado, ao cimo do largo do Adro, foi casa do avô, do avô do avô que nunca conheci e de todos os irmãos do avô que nunca conheci.
Naquela casa branca batida pelo Sol, com um varandim em ferro forjado, ao cimo do largo do Adro, forjou-se um lado da história sem história da minha família.
 
A minha aldeia ilumina-se uma vez por ano como nenhuma outra.
A rua que vem da Fonte, formosa
A torre da Igreja, altaneira
O Adro, palco alevantado do povo,
Iluminam-se!
Iluminam-se os rostos dos rapazes e raparigas
Que «têm boca de cereja» e «que dá vontade de lha comer»
O Senhor da Capelinha ilumina-se também.
E lá do alto a todos ilumina!


A luz do Sol,
As colchas nas janelas,
As colcheias e semicolcheias das bandas em procissão dão à minha aldeia,
A mais bela de todas as aldeias,
A alegria mais funda de todas as alegrias – a Festa da aldeia.
«Cantai, cantai raparigas. Folgai, folgai rapaziada»!

Manuel do Edmundo-Filho

18 de outubro de 2012


"Lembras-te, meu amor,
Das tardes outonais,
Em que íamos os dois,
Sozinhos, passear,
Para fora do povo
Alegre e dos casais,
Onde só Deus pudesse
Ouvir-nos conversar?"
 
 

 "E, além, o sol doirado
Morria, conhecendo



A noite que deixava."

.........
"Hora em que a flor medita
E a pedra chora e reza,"
 

"Tudo, em volta de nós,
Tinha um aspecto de alma.
Tudo era sentimento,
Amor e piedade.
A folha que tombava
Era alma que subia…"

 

Pequenos excertos de um grande e belo poema de amor de Teixeira de Pascoaes, talvez o mais belo que alguma vez em língua portuguesa se escreveu. Quem mo deu a conhecer - recitou-mo, numa tarde, no Adro, de fio a pavio (e como ele é longo!) sem trocar uma única palavra que fosse. Com alma, com uma alma e sentimento que só ele sabia dar às palavras que dizia - quem mo deu a conhecer, dizia, foi o Mário Sampaio. O meu primo Mário. O Mariozinho. Quem mais poderia ser? Só uma alma grande e simples como a dele. Se alguém era capaz de se emocionar com o Belo, era ele. Sabia-o descobrir nas mais pequenas coisas. Às vezes numa baforada de um cigarro que fazia subir ao céu... 


17 de outubro de 2012

 
Findaram as vindimas. Talvez, imagino eu, que sou um leigo nesta matéria (e em muitas outras), a tarefa mais árdua de todas as que fazem parte do granjeio da vinha. Mas é também, seguramente, a mais desejada pelos agricultores que a amanham: colher o fruto que o trabalho áspero e o suor semearam com tenacidade e, em alguns casos, desconfio eu, com amor. Muito amor. A mim e muitos como eu, cabe-nos uma outra tarefa bem mais tentadora: a de provar e beber do fruto feito líquído. Maduro, tinto ou branco... do Areal, ou de Fiães, da Quinta de Favaios ou da Ranginha! Venha ele...
 
Findaram as vindimas. O verde da parra esmorece, dissipa-se e dá lugar a uma melodia de tons castanhos, amarelos e vermelhos que se misturam harmónica e melancolicamente. A Quinta de Favaios é a ilustração perfeita do que acabo de escrever. E é aqui que a minha alma se embriaga. Tal é a beleza que observa!
 
 
 

26 de setembro de 2012

E há outras caras, o Teixeira e o filho, que estão sempre de serviço à Festa
 
 
 
E eis o resultado...
 
 
  



22 de setembro de 2012

Voltemos à Festa!
Às caras da Festa. Desta última e de outras Festas. Não falham. Nunca falham.
 
 


 
 
 
   
 
 




5 de setembro de 2012

 
Por entre a folhagem descubro o nosso campanário... (um dia destes vou contar uma história que me acompanhou durante muitos anos)
 
O nosso ollhar estende-se a Sanfins do Douro... (é curioso, e vá lá saber-se porquê, que, apesar da sua proximidade, Sanfins não seja uma terra da predilecção dos vilarmaçadenses)
 
A caminho do Senhor da Capelinha, um olhar para trás e ficamos deslumbrados com a vista sobre Vilar de Maçada...

23 de agosto de 2012

Longe dos altíssimos decibeis que se ouvia no Adro, o silêncio das luzes...

É a altura de dar os parabéns ao Zézito Morgado. Iluminou Vilar de Maçada com profissionalismo (nada falhou), com criatividade e com aquela paixão de quem é vilarmaçadense. Parabéns Zézito!

15 de agosto de 2012


       Espectáculo de Maradona em Coimbra!? Não... É a Banda de Rock (não sei o nome) que actuou na Sexta-Feira da Festa!

Vilar de Maçada parece estar no "circuito" dos Festivais de Verão!